domingo, 25 de abril de 2010

27.11.2008

... não voltei lá. Havia jurado pra mim mesma que nunca voltaria e assim o fiz. Mas às vezes em sonho tudo parecia caminhar naquela direção. Eu acordava assustada. Eu neguei e bati três vezes na madeira: era tarde demais. Deve haver algo muito errado em se tentar fazer o certo. Tudo precisa de uma medida de errado, amor só é amor quando se conhece a dor, daí então você diferencia um do outro. Um escorpiano precisa da dor, precisa de amor e precisa ter o controle sobre ambos, amor e dor. Necessita do amargo do café e a doçura do chocolate, um toque delicado seguido de um tapa na cara, paixão, dor, loucura, intensidade. Alguém que te controle, desde que você se sinta no controle mesmo sabendo que no fundo não está. Te sufoque.
Me sugue até o fim, gaste até o limite, use, explore, gaste, é tudo seu, para seu uso, sua satisfação. Não adianta negar ou fugir...
eu tentei.

"Pensando em te matar de amor ou de dor eu te espero calada

(Me pinte, me pegue
Me sirva, me entregue
Me deixe, me coma
Me envolva, me ame)"


Aliane Zappia
27.11.2008

terça-feira, 13 de abril de 2010

D.


Ela é com certeza é uma de minhas melhores estórias. Melhores lembranças, sorrisos, beijos. A primeira. Primeiro amor. Primeira paixão. Primeira mulher. Primeira pessoa livre que eu conheci.
Ela sorria com aquela boca enorme, aquele sorriso gostoso, lindo. Gargalhava. Sempre segurava a minha mão, onde quer que fosse. Mesmo na frente do namorado. É, ele odiava, mas ela nem ligava. Largava ele pra trás e corria comigo na frente, rindo, cantando e segurando minha mão. Lembro como se fosse hoje. Consigo sentir seus os dedos entrelaçados aos meus só em pensar nela.
Sabe o que foi mais incrível? Até hoje eu não sei quando que tudo mudou. Foi tão natural. Eu não via maldade nas coisas... Inclusive, sempre penso nela quando escuto aquela música do Chico ".. no tempo da maldade a gente nem tinha nascido.."
É, no tempo da maldade, eu tenho certeza que a gente nem tinha nascido...
D. me ensinou tanta coisa, mas tanta. Não na época. Somente hoje eu consigo perceber.
Ela é o motivo de hoje eu saber o significado da palavra liberdade. Eu não sei explicar, era mais forte do que eu, quando eu percebia já estava em seus braços, já estava fazendo carinho e seu rosto e admirando-a. Olhando, observando. Ela era muito parecida comigo, um pouco mais disvirtuada, mas com muito em comum. Conversavamos horas e horas e horas. Ríamos muito e ao seu lado o mundo parecia pequeno demais, simples demais. Tinha vontade de gritar, pular da janela, começar uma revolução.
Mas ela namorava, lembram? Isso não me incomodava. E não a incomodava. Tínhamos uma relação muito diferente. Não nos beijavamos na boca, não dormíamos juntas. Isso não parecia fazer falta. Ela era tudo que me faltava naquele momento.. Estar com ela. Ser livre com ela. Compartilhar nossas vidas.
Ela cansou do menino, desgostou, desgastou, não sei. Acabou. E ai então começamos como um casal um pouco mais comum.
D. era muito autêntica, engraçada demais. Até hoje é impossível ficar perto dela sem o estômago doer de tanto rir.
Eu nunca consegui explicar o que sentia e o que sinto hoje em dia por ela. Nunca coube em palavras, em descrição nenhuma. Provavelmente por ter sido o primeiro amor. Não consigo ver maldade. Mesmo nas maldades que ela fazia, nas mentiras que contava.
De tudo restou a saudade. Não consigo terminar um texto pra ela. Não pra ela. Pois a nossa história romantica pode ter terminado, mas nunca saimos uma da vida da outra. E é a mesma coisa a cada reencontro, como se nunca houvesse tido uma despedida sequer...

domingo, 11 de abril de 2010

L.

eu vou te contar uma história, uma história inteira sobre você... como os meus olhos te vêem e os meus braços te sentem... e coisas que você nem imagina.

... e então, liguei pra ela e disse em tom sério, como quem quer enganar com uma piada mal contada e mal elaborada:"hoje eu vou conhecer o amor da minha vida e você deveria estar nesse momento ao meu lado", ela riu e eu ri, desligamos... mas eu queria mesmo que ela fosse e eu queria mesmo ir... São essas coisas que não se explicam, não são ditas, você sente, não sabe como ou porque, é uma sensação que te puxa, e você a segue, se entrega e cumpre.
Eu fui. E tudo deu errado, pqp como deu tudo errado! E estava frio, e eu não tinha levado uma blusa de frio, mas você não sabia, e se soubesse não teria se importado, mas você não sabia. E eu te olhei e pareceu que eu te conhecia de algum tempo, de algum lugar... Você me olhou e sorriu, aquele sorriso que você dá quando ta com vergonha, aquele sorriso que HOJE eu conheço bem, mas na hora, achei normal, frio e impessoal. Eu te abracei e sentamos. Você falava coisas que eu não entendia e nem me esforçava para entender. Lá estava você, dividindo sua atenção, nem notando que eu te olhava, inerte, porém, sem opinião, AINDA.
Quero voltar na parte em que eu disse que deu tudo errado. Eu não tinha planos e, se você não espera nada, aquilo não pode dar errado... Algo me incomodava, aliás, algo te incomodava. Cheguei a sentir quando você falando algo que eu realmente não estava prestando atenção (desculpa, meu amor), encostou a sua mão na minha, e eu te olhei, você a tirou... pode ter sido sem perceber, mas você encostou e depois tirou, por reflexo, por timidez , não sei.
Eu te olhava, e olhava ao redor. Sou curiosa e gosto de observar as pessoas, imaginar suas histórias, cada uma bem diferente da outra, suas marcas, seus amores, gosto desse ‘brincar de laboratório’ na vida real...
Por algum motivo, eu me cansei e saí, fui embora, mal humorada e olhando torto para quem passava e me olhava sorrindo. Culpei o vento e a chuva que começou a cair, mas o que me incomodou mesmo, foi ter me incomodado com algo.
E foi assim que cheguei em casa, xingando, reclamando e dizendo coisas tão sem sentido que mesmo enquanto ainda estavam saindo da minha boca, eu ja sabia que eram mentiras.
Você me disse uma vez que se apaixonou por mim, quando ouviu minha voz, eu, por minha vez, ainda não sei dizer o EXATO MOMENTO no qual eu percebi que sim, eu estava apaixonada. Lembro que estranhei o fato de ficar sem palavras quando estou com você, mas não dei muita importância.
Eu não esperava nada, nem sequer uma palavra doce ou beijos sem culpa nem compromisso. Eu não esperava ninguém, mas ao mesmo tempo foi como se esperasse por você há muito tempo... Eu não te procurei, você apareceu e desde o começo, me deixando boba e curiosa, querendo conhecer cada detalhe seu, cada vontade, cada sonho, cada acontecimento bobo do seu passado e cada esboço de futuro, seus porquês, seus amores....
Você... e agora tudo é ‘só’ você. Tento fugir das coisas clichês, mas desde que me dei conta que era você ‘aquele alguém’, ficou dificil não pintar corações e fazer juras exageradas...
Parece uma sintonia incrível, uma reciprocidade surreal, me tira as palavras e quando as digo, dizemos juntas...
Me atento a cada detalhe, cada mancha na parede de cada cenário que escolhemos e pintamos. Somos personagens principais de uma peça que acabou de começar, autores de nós mesmas. Nossa peça tem começo e meio... quando a peça é boa, não se pensa no fim, ficamos ansiosos por cada segundo, cada novo detalhe, cada novo ato, nova fala.
Eu vou te dar a mais linda peça, escreveremos juntas, nesse palco intitulado vida.


10/09/08

Viver é ser outro. Nem sentir é possível se hoje se sente como ontem se sentiu: sentir hoje o mesmo que ontem não é sentir — é lembrar hoje o que se sentiu ontem, ser hoje o cadáver vivo do que ontem foi a vida perdida.
Apagar tudo do quadro de um dia para outro, ser novo com cada nova madrugada, numa revirgindade perpétua da emoção — isto, e só isto, vale a pena ser ou ter, para ser ou ter o que imperfeitamente somos.

(Livro do desassossego - Fernando Pessoa)

"Tenho a náusea física da humanidade vulgar, que é,
aliás, a única que há. E capricho, às vezes, em aprofundar
essa náusea, como se pode provocar um vômito para aliviar a
vontade de vomitar."

(Livro do desassossego - Fernando Pessoa)

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Embora já sem dor...


Lembro que ela cantava baixinho no meu ouvido um trecho: "you're the reason I'm leaving (Leaving alone) If I'm leaving we don't stop livin', you know..." enquanto me abraçava e chorava. Lá fora, as gotas de chuva aumentavam a cada minuto. Frio bom de se dormir abraçada. Eu tinha vontade de abraçá-la, na mesma medida que queria sumir daquele quarto de hotel, daquela cidade, do país. Eu não me sentia bem. Ela segurava minha mão e colocava em volta do seu corpo, colocava o fone do Ipod no meu ouvido e aumentava: "eu lembro de você com essa música". Super bacana saber disso, eu sou a razão pela qual você está partindo... Eu sempre soube que eu era essa razão.
Doía mais do que qualquer outra dor já experimentada antes. Doía mais do que quando aos 11 anos tentara voar da galho mais alto da árvore do quintal e se chocou violentamente em cima de tijolos ao cair no chão. Doía mais que aquele tampão arrancado do dedão aos quatro anos na escada da escolinha, ou o copo de vidro enfiado no pé com essa mesma idade. Era uma dor que não poderia se explicar: misto de desespero com não-tem-nome-pra-isso.
Eu escutava a música muda, claro. Não conseguia reagir aquilo.
Adorava-a. Cada pedaço. Cada centímetro de seu corpo. Cada palavra pensada que saia daquela boca. Seu jeito de se movimentar, seu jeito de falar, seu sotaque, suas manias, seus valores. Seus porquês. Principalmente seus porquês. Passava horas tentando descobrir mais e mais sobre ela. Era um jogo fascinante descobrí-la. Deixar encantar-se. Arrancar sorrisos. Ai, os sorrisos dela. Quantas vezes me embebedei de seus sorrisos e compus versos, cartas, poemas. Teria escrito uma novela toda de sua história. Teria reinventado seu mundo.
Vivia de incertezas. Não havia mais segurança em se falar o que pensava realmente. De agir naturalmente. O medo era enorme. Por esse motivo mantinha-me imóvel, muda, com olhos esbugalhados e tristes. E se perdesse? Pensar em perdê-la parecia pior que ser apedrejada em praça pública.
O romantismo não me deixava ver que tudo que poderia ser feito já havia sido feito. Havíamos vivido uma estória perfeita. E como todas com começo, meio e transformação. Sim, transformação. O amor carnal acabou, o amor ciumento, obsessivo. Nasceu algo tão mais lindo disso. Mas ainda não enxergava de tal forma. Claro, anos depois é fácil entender cada noite mal dormida, cada lágrima derramada, cada "e se..". Ela era única e ainda é, obviamente. Cada pessoa que passou também foi e a cada uma reservei um amor. Amor não acaba. Pode mudar, diminuir, aumentar, mas não acaba. Não quando realmente te tocou, fez parte da sua trajetória para ser o que é hoje. Eu tenho muito orgulho de cada vez que me entreguei e me deixei viver, sentir, mudar. Amar. Sentí-me viva a cada vez que toquei outro corpo com sentimento ou deixei-me ser tocada, usada, amada, rejeitada.
Mas naquele momento só queria sumir, parar de sentir esse algo-sem-nome. Era muito forte. Era pesado. Juntava-se a várias situações mal explicadas. A possibilidade de que ela desejasse com outra pessoa o que eu desejava com ela, não conseguia parar de pensar nisso. Parece loucura, não? Eu também acho. Hoje eu acho. Mas no alge daquele sentimento não era assim, não sei, parece que não conseguia pensar racionalmente. Só imaginava momentos românticos, final feliz de contos de fada. Ela dizendo: "eu largo tudo por você" como um dia havia dito. Um dia. Matamos todo o presente nessa saudade imensa do passado. Essa nostalgia. Amanhã, esse momento que estou escrevendo agora será passado. E aí? Anulamos metade da nossa vida chorando leites derramados. Ontem, semana passada, aquele dia. E se? Nada me irrita mais que 'E se...?' E se é o hino dos covardes. E se não é suficiente pra arriscar, pra viver. Só serve pra lamentar.. É mais vazio que o próprio vazio. Cada vazio que carrego em mim tem algo. Sério, se hoje sei que lá está vazio é porque um dia já esteve preenchido. E se nunca esteve pelo menos nesse vazio há a falta. No 'e se' não há arrependimento, não há resposta, não há lembrança. Há uma dúvida apenas. Uma dúvida que não muda nada. Perda de tempo. Ridículo.




Mais um texto sem final...

terça-feira, 6 de abril de 2010

Resolvi tornar público...


Hoje acordei revolucionária. Acordei com aquela sensação de "a vida está passando baby, não se prenda a bobagens e problemas pequenos". Acordei livre. Pra falar bem a verdade, hoje acordei de verdade.
Tenho a sensação que dormi bastante nos últimos tempos, pois nenhuma sensação me tirou de certo transe e certas coisas parecem que nunca aconteceram. Somos assim: hoje algo parece a coisa mais importante do mundo, mas daqui um mês, dois, um ano, evapora e praticamente nunca aconteceu. Não é incrível? Não precisa ir longe pra sacar uma coisa dessas. Todo mundo faz isso, e fazemos o tempo todo.
O que aconteceu comigo foi que depois de me expor muito e me magoar eu parei de me expor e comecei a ter conversas superficiais, evitar envolvimento de verdade. Ficar em cima do muro. Acontece que aos poucos matei revolução por revolução que se inicava dentro de mim. Nunca desacreditei numa mudança no mundo, mas parei de achar que essa mudança partiria de mim. Sabe? Aquilo de expor uma idéia pra todo mundo comprar essa causa quando você mesma não comprou pra si mesma? Pois é, isso que eu me tornei. E eu vendi idéias e ideais, casos e causas mas não abracei nenhuma. Não dei meu sangue por nenhuma.
Eu não percebi quando disse "você é o que você mostra ao mundo" que eu estava tentando me convencer disso. E pior, me convenci. Mas agora eu sei que isso é ilusão. Cada um é o que é e pronto. Se você mostra outra coisa ao mundo você esta mostrando uma mentira. Não tentem me convencer de que se eu repetir muito uma mentira ela se tornará uma verdade. Mentira é mentira e verdade é verdade. E gente que não vive, não é gente.
Por isso, eu resolvi voltar a me expôr. Resolvi tornar esse divã público.
Não é grande coisa, eu sei. Mas há a necessidade de começar de algum lugar, seja ele qual for.

Sim, todo esse post foi só pra explicar a mudança do nome e endereço de "divã particular" pra "divã público". Uma introdução eu diria. ALOKA.

sábado, 5 de dezembro de 2009

"Eu ando enganando a solidão, mantendo a casa cheia... quase nem me reconheço aqui, tentando sorrir"

eu juro que não sei o que dizer. Não dormi direito, o pouco que dormi tive pesadelos e acordava toda hora. Hoje estou triste, estou cansada e com vontade de chorar, desabar mesmo.. é muita sensibilidade, eu acho.. Estou ouvindo música deprê.

"E no final fica tudo no mesmo porque afinal eu sou o vazio e desejo
Se o amor valeu, viver valeu..
Entao sou eu valendo eu sem você."



Baixei até Ivete Sangalo e sertanejo, porque sei que ela gosta, daí dói mais, aperta mais. sei lá.

eu acho que entendo o que me disseram sobre auto-sabotagem agora..



" Com olhos banhados d'água, ele suplicava: "fica!"
Tarde demais, ela foi embora.
Mesmo ofertando tudo e não pedindo nada: "fica?"
Tarde demais, ela foi embora. "


AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH



Amanheci em cólera. Não, não, o mundo não me agrada. A maioria das pessoas estão mortas e não sabem, ou estão vivas com charlatanismo. E o amor, em vez de dar, exige. E quem gosta de nós quer que sejamos alguma coisa de que eles precisam. Mentir dá remorso. E não mentir é um dom que o mundo não merece.”

(Clarice Lispector, A Descoberta do Mundo)

quarta-feira, 7 de outubro de 2009






Cheguei a conclusão que passo pelo menos 1 quarto do meu dia pensando em assuntos sociais, desigualdade, violência, o futuro disso ou daquilo, a poluição, fim da água potável, educação, como as crianças ultimamente parecem ser muito mais inteligentes e como a internet ajuda e atrapalha tanto a nossa vida.
A verdade é que falta educação, mas isso é por demais vago. Não falta educação... é muito além disso! faltam profissionais dispostos, além de capacitados, porque diploma não quer dizer nada. O homem se vende, e se vende barato. Não entra na minha cabeça e eu juro que me esforço. Faltam profissionais que ainda acreditem que podem mudar o mundo. Porque eu J U R O, se um dia eu deixar de acreditar nessas coisas que parecem tão pequenas, eu não suporto o peso do mundo. Falta interesse, porque não adianta o papa falar para povos ateus, não adianta tentar ajudar quem não quer ser ajudado, infelizmente. Falta o povo se conscientizar de que eles tão fodendo eles mesmos.
Eu amo tanto as pessoas, mas tanto, que às vezes tenho vontade de pegar uma metralhadora e matar uma a uma, me revolta ver o circo que armamos, nos vendendo cada vez mais barato, nos alienando.
Sabado na Av. Paulista teve um protesto pra tirar o Sarney e eu fiquei inconformada que no bar que eu estava tinha mais gente que na tal passeata. Eu não entendo, o povo não pesquisa, não sai a luta. Isso mesmo, vamos todos colocar uma fotinho no orkut de protesto e não fazer porra nenhuma pra mudar a merda que a gente vive, que enchemos a boca pra reclamar e não fazemos nada pra mudar. Isso mesmo. Vamos levar pra Brasília, porque não atribuímos valor real a Internet? Pronto, são 532 comunidades no orkut dedicadas ao nosso queridíssimo José Sarney! Tirando as de divulgação de campanha (que não chegam a uns 2%) apenas 4 comunidades são a favor de que ele continue. Cadê esse povo todo que não estava no protesto????? Prooonto! O Sarney esté fora, a maioria das comunidades são contra, vamos tirá-lo do poder.
Esse tipo de coisa me revolta! O povo fala sem saber, enche a boca pra reclamar, mas não vai a luta, não tenta achar meios de melhorar a situação.
Sarney foi esquecido pra falar da fraude do Enem, assunto que durou apenas cerca de 24 horas pois agora tudo é RIO2016 e ninguém ta divulgando que as faculdades estão dizendo que não aceitarão as notas do Enem como haviam dito anteriormente. Tudo vai acabar "em pizza", como sempre.
e eu tenho vontade de matar pessoa por pessoa, porque queria que elas acordassem.

Eu mesma não sei que que o Sarney aprontou direito e esse é outro ponto que me irrita, o pouquíssimo conhecimento que possuo a respeito de política, o pouco que me informo sobre, que me atualizo.



sim, eu sou contra essa porra toda de capitalismo, mas não tenho uma solução melhor. Prometo pensar.